sexta-feira, 13 de setembro de 2013












Em todo tempo eu sempre acreditei que tivesse me esquecido.
Que teu jeito exagerado, não me fez compreender...
E nosso encontro que eras sempre à luz da lua se encontrasse as escuras...
E nossos dias muito frios... Meu coração já quase conformado...
Horas cinzas e alma amargurada...
E aquela  dor latejando  em frente ao peito ...
Sem esperanças a mirar o horizonte...
E a procura pela alma e ânsia louca desse amor...
E gritos soltos noite a dentro ao desamparo ,
 Sem emoção, do seu sorriso, inconformado...
Mas esperei ciente ao tempo aliado parecendo-me um tanto ingrato...
Veio agora como aviso em barco a velas...
  Avisar-me que de tempo eu não entendo ...
Só ti peço, compreendas a impaciência  deste pobre coração..

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